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Professor é exonerado de escola em Apiacá após suposta agressão em aluno; Docente já tem histórico de agressão em escola de São José do Calçado





No ano de 2019 e 2020 a Rede Municipal de Ensino de São José do Calçado sofreu alterações em sua grade curricular de ensino incluindo-se uma disciplina de música, uma proposta diferente e com segundas intenções. Contratou-se um professor turista que não se sabe até hoje como chegou até aqui e nem como essa disciplina se aderiu à grade curricular, uma vez que não foi aprovada pela Câmara Municipal. Com a contratação do educador Hebert, veio consigo grandes transtornos disciplinares em todas as escolas pela qual ele tramitava. Os alunos do ensino fundamental estavam sendo coagidos com gritos, solavancos, os mesmos eram colocados para fora da sala de aula  sem motivo algum e o mais inacreditável é que a gestão das escolas a mando da coordenadora pedagógica Katia Maria Silva Campos e o secretario Anito Teixeira Abreu obrigava os professores regentes da rede a permanecer em sala de aula no momento desta aula.


Hoje diante de fatos recentes ocorrido na cidade vizinha Apiacá com o mesmo suposto educador Hebert, observamos que o que aconteceu na escola E.M. “Manoel Franco” com um aluno de apenas 6 anos de idade na época foi verídico,  onde a família se sentiu lesada abandonada sem apoio algum da escola, escola essa que era comandada pela Irma da coordenadora pedagógica Katia Maria Silva Campos e quis abafar o caso mas a família do aluno entrou com um processo contra o suposto professor por agressão de menor. A avó do aluno Penha Rosa relata que até hoje a família sofre consequências por conta de tal ato cruel (a avó alem de não ter conseguido justiça ainda terá que fazer trabalho voluntário) e o aluno após 2 anos ainda faz acompanhamento psicológico pelo desfecho dessa triste história.


Não sendo o bastante o educador em questão nunca trouxe tranquilidade para rede de ensino nem para  sociedade que o acolheu, meses depois a caminho do trabalho Hebert e abordado por policiais que cumpriam seu dever detendo-o por não pagar a pensão alimentícia dos filhos. Se ele se recusa a dar assistência a seus filhos imagine aos filhos dos outros que ficam em suas mãos.


Como não era nenhuma novidade para a cidade de São José do Calçado, no dia 30/11/2021 terça-feira, Hebert volta a atacar. O Professor Hebert  contratado na EEE FM “Candida Povoa” no município vizinho Apiacá, cometeu novamente segundo relatos agressão a um aluno do 6° ano, ao colegas da sala relata que o professor tomou o celular do aluno torcendo o braço do mesmo. Quando todos achavam que a situação estava contornada os alunos indignados com tal ato começaram a gritar começando assim uma nova confusão com outro aluno, agora um aluno do 7° ano. A família do aluno agredido  quis saber do celular do menino, e lhes foi informado que o celular estava na delegacia, a família imediatamente foi ate a delegacia local e para sua surpresa, não encontrou,  o professor tinha levado o celular para sua casa. E somente no final da tarde retornou a escola para devolver o celular do aluno agredido, os alunos da sala confirmam a agressão ocorrida com o colega. Ao anoitecer a unidade de ensino recebeu a supervisora Lucia da superintendência Regional de Guaçuí que veio para uma reunião pedagógica que devido aos fatos não pode acontecer.
Na manhã de quarta –feira  dia 01/12/2021 o diretor da escola EEE FM “Candida Povoa” Januário, chamou o professor para lhe comunicar sua demissão, não conformado o professor se recusou a assinar disparando milhões de ofensas ao diretor. Neste mesmo dia vários pais de alunos cientes do ocorrido procurou a escola para dizer que seus filhos já tinham se queixado das atitudes desrespeitosas e humilhantes que vinham sofrendo do professor em questão.


Fonte: Jornal Cidade Notícias
Por Marcos Junior

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